Agora chegam aqui e pensam, pronto lá vem mais uma com a mania que escreve.. e lá está têm razão!
E agora perguntam, mas vais escrever sobre o quê? Olha, tretas .. a verdade é essa, hoje acordei e felizmente foi dos dias que não tinha os pés de fora e deu-me nisto.. podia dar-me para outra coisa , mas não , foi mesmo só para a parvoíce, questão que me pergunto se será defeito ou feitio. Pensem neste blog como uma forma de ocuparem o tempo e fingirem que estão realmente ocupados para alguém, quando o que estão a fazer é.. exactamente nada!!
Vá sempre é melhor que voltar a ouvir o novo single do Justin Bieber, ou então não, não vou criticar gostos! Ou então vou, mas hoje não, que estou com uma enxaqueca, por ter visto 5 segundos deum programa de cultura geral que até dói a inteligência em excesso que existe em todo o diálogo das personagens, não estaria eu a falar da casa dos segredos... é que até deitei uma mísera lágrima do canto do olho, porque eu ouvi qualquer coisa do género " epah , mas o mónaco não tem príncipes...", a sério estou fascinada!!!
Vocês seres mais activos que eu , obviamente que nunca pensaram nisto mas, qual será a alminha, que ganha o ordenado a ver mais de 1 milhão de currículos e juntar as pessoas mais estranhas, caricatas, com o QI mais baixo de todo o país e ainda juntá-los a todos numa casa.. epah eu diria que era no mínimo uma profissão de risco, mas isso sou eu vá.
Vão dormir, que a hora dos patinhos já foi há muito..
Hasta!!
21 de março de 2010
9 de fevereiro de 2010
Essence
Existem
dias que não conseguimos explicar o que sentimos, por vezes uma mágoa
sem fim, sem sequer chegamos a algum significado, a razão de a sentir.
É então que recebemos aquilo ao que chama-mos calor humano, aquela chama da vela que chega a alcançar o calor do sol, que nos faz sentir confortáveis. Todos nós necessitamos desta chama, todos somos dependentes dela.
É por isso que , quando a água salgada corre pelo meu rosto e uma tristeza imensa me invade, eu consigo extingui –la com um abraço, com uma palavra terna , com um “ tudo isto vai passar!” . É nesse instante que agarro essa luz, esse calor, sem o querer largar, pois dá me de tal forma um conforto indescritível, único e especial.
A
sua razão de existir relacionada com a vontade de eu querer agarrar a
chama interliga-se de uma forma incondicional, e torna a tão fantástica e
especial . É algo que não nos esquecemos, apenas cresce com o tempo,
mas para isso é preciso vontade de querer não
esquecer,
mas se a vontade for contraditória nada que eu possa fazer, irá mudar,
ou mudará? Por esta questão me vou revoltando com o meu próprio
pensamento, não, não tenho perguntas existenciais, porque respostas para essas perguntas parecem tão banais, quando questiona
mos “Até onde irias por mim? ” poderá resultar em reticencias e dúvida,
no entanto, esse não é o meu caso eu sei com quem posso contar, quem eu
posso dizer “vem ter comigo” , quem são as pessoas que me seguram a mão
quando tenho medo de saltar a montanha mais alta, que ouvem as minhas
lamúrias de algo sem qualquer sentido , de me fazer rir quando só me
aptecia chorar , que me fazem acreditar na vida e fazem com que a viva com tanta intensidade.
É então que recebemos aquilo ao que chama-mos calor humano, aquela chama da vela que chega a alcançar o calor do sol, que nos faz sentir confortáveis. Todos nós necessitamos desta chama, todos somos dependentes dela.
É por isso que , quando a água salgada corre pelo meu rosto e uma tristeza imensa me invade, eu consigo extingui –la com um abraço, com uma palavra terna , com um “ tudo isto vai passar!” . É nesse instante que agarro essa luz, esse calor, sem o querer largar, pois dá me de tal forma um conforto indescritível, único e especial.
Mas
são tantas as vezes que nos esquecemos de agradecer esse conforto,
fazemo-nos de esquecidos, e por vezes somos de tal forma ingratos, sem
saber reconhecer o valor e a importância do simples abraço que nos fez
sentir tão especiais. É por isso que nunca vou esquecer quem agarrou as
minhas lágrimas prometendo que seriam as últimas, no entanto elas
voltariam a cair eles estariam sempre lá a agarra-las para que não as
perdessem de vista , para não esquecer que os maus momentos se tornariam
em brincadeiras de criança com o passar do tempo, tornando-nos mais
fortes. Para não esquecer que a sua presença significava nada mais nada
menos, do que sentir a própria palavra amizade a apoderar se de nós,
para nos lembrarmo-nos de quando nos rimos de situações tão embaraçosas,
que deveriam fazer-nos chorar no entanto, elas estavam lá e tudo se
tornou simples e claro.
esquecer,
mas se a vontade for contraditória nada que eu possa fazer, irá mudar,
ou mudará? Por esta questão me vou revoltando com o meu próprio
pensamento, não, não tenho perguntas existenciais, porque respostas para essas perguntas parecem tão banais, quando questiona
mos “Até onde irias por mim? ” poderá resultar em reticencias e dúvida,
no entanto, esse não é o meu caso eu sei com quem posso contar, quem eu
posso dizer “vem ter comigo” , quem são as pessoas que me seguram a mão
quando tenho medo de saltar a montanha mais alta, que ouvem as minhas
lamúrias de algo sem qualquer sentido , de me fazer rir quando só me
aptecia chorar , que me fazem acreditar na vida e fazem com que a viva com tanta intensidade.
É com orgulho que digo que a
palavra amizade corre me nas veias e
preenche todo o meu ser.
6 de fevereiro de 2010
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